Notícia

Com amor, Van Gogh

Crítica

O resultado desta obra (Com amor, Van Gogh) é tão incrível que pouco importa que a estrutura do roteiro seja um pouco engessada. Usando como pretexto a incumbência que seu pai lhe deu de entregar uma carta deixada por Van Gogh para o irmão, após descobrir que Theo está morto Armand vira uma espécie de detetive, indo atrás das pessoas que conviveram com o pintor em seus últimos dias. Praticamente cada conversa rende um flashback em que a trajetória de Van Gogh (Robert Gulaczyk) é relembrada de forma bem didática, até o momento em que Armand decide investigar o que teria levado o pintor a se suicidar numa fase em que ele teoricamente se encontrava feliz. Acaba questionando se de fato ele se suicidou com um tiro na barriga ou foi morto e teria dito, antes de morrer, que foi ele mesmo quem deu o tiro, com o intuito de acobertar o assassino. O principal “suspeito” é o seu médico, Paul Gachet (Jerome Flynn), ele mesmo um artista frustrado. A reconstituição ficcional não oferece conclusões, apenas a certeza de que este é um filme que merece ser visto no cinema.

Via – O Globo

 

Onde assistir:

FORTALEZA

Cinépolis RioMar Fortaleza 
Legendado em português
14:00
 Veja o trailer:


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