Galeria

Museu da Fotografia

A Biblioteca Nazareno Oliveira (Master sul) considerando estes espaços potentes e com grande potencial educativo relacionado a aspectos culturais presentes em nossa sociedade, os estudantes vivenciaram de perto a forte experiência que é estar frente a uma obra de arte original e poder explicitar suas reflexões acerca deste momento. Visitar exposições, museus, lugares históricos, galerias de arte ou lugares da cidade fomenta descobertas sobre o homem e sua relação com diferentes povos, culturas e valores. Além disso, alimenta a sensibilização em relação à produção em arte, possibilitando ao aluno levar aspectos discutidos nas reflexões e nos diálogos estabelecidos durante a visita para sua formação cidadã.

O museu da fotografia simboliza uma visão inovadora com a arte visual. Agrega um acervo fotográfico de referência histórica e amplia as oportunidades para um mercado em expansão.O espaço é grandioso e com linhas de arquitetura futurista e funcional. Tem sido um ponto de encontro dos apreciadores da arte fotográfica, um centro de difusão do conhecimento técnico e das novas estéticas e linguagens, além de propiciar atividades aos profissionais da área, incentivar o intercâmbio de experiências e informações e estimular a formação de novos profissionais da imagem. O Museu da Fotografia Fortaleza além do seu acervo de arte permanente está com a mostra “Na Linha de Frente”, com trabalhos de fotógrafos sobre conflitos armados no mundo. A mostra apresenta ao público 72 registros de fotojornalistas ainda em atividade. Entre eles estão Mauricio Lima, vencedor do prêmio Pulitzer de 2016, e de André Liohn, ganhador da prestigiada Robert Capa Gold Medal, 2011. A lista segue com Gabriel Chaim, Yan Boechat, João Castellano e Felipe Dana.

Os trabalhos selecionados apresentam olhares pouco convencionais sobre temas, como a guerra da Líbia durante a deposição do ditador Muamar Kadafi. Entre os fios condutores da mostra, está ainda a retomada de Mossul, cidade iraquiana que esteve sob domínio do Estado Islâmico. A vida em um campo de refugiados no norte do Iraque também é retrada nas obras, além da destruição que tomou conta de cidades de Alepo e Kobani, na Síria. A mostra tem ainda um especial que se constrói como relato fotográfico, abordando a jornada de uma família que deixou o norte do país em busca de uma nova vida na Europa.

Supervisão: Rayara Bastos Barreto
(Bibliotecária – CRB1463)
Email: rayara.barreto@colmaster.com.br

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